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JAN
30
30 JAN 2026
SAÚDE
Novo anticorpo que protege recém-nascidos contra a bronquiolite já está disponível em Chapadão do Sul
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A rede pública de Saúde de Chapadão do Sul já recebeu o primeiro lote de nirsevimabe, anticorpo incorporado pelo Ministério da Saúde (MS) ao Sistema Único de Saúde (SUS) para proteger bebês contra infecções graves ocasionadas pelo VSR, uma das principais causas da bronquiolite e da pneumonia. As aplicações começam agora, em fevereiro, e serão realizadas diretamente no hospital ou nas unidades de vacinação da rede pública.
 
A dose única é indicada para todos os prematuros (gestação inferior a 37 semanas) e para crianças de até 24 meses de idade afetadas por comorbidades que aumentam o risco de infecções respiratórias.
 
Neste primeiro momento, a orientação é que famílias e responsáveis procurem o posto de saúde mais próximo da sua casa para verificar a disponibilidade e confirmar datas e locais de aplicação do anticorpo.
 
O que é o nirsevimabe?
 
O nirsevimabe é um anticorpo administrado em dose única que oferece proteção de até seis meses. A dose é segura e já utilizada em países como Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e Espanha.
 
Embora seja aplicado por injeção intramuscular, o nirsevimabe não é uma vacina, que utiliza substâncias capazes de estimular o sistema imune a produzir seus próprios anticorpos.
 
A aplicação da dose fornece diretamente ao bebê o anticorpo que combate o VSR, protegendo-o imediatamente. Por isso, ele é especialmente importante para recém-nascidos e prematuros, que ainda não têm o sistema imunológico totalmente desenvolvido.
 
Quem deve receber o anticorpo?
 
Prematuros: todos os nascidos com menos de 37 semanas de gestação podem receber o nirsevimabe durante todo o ano, preferencialmente na maternidade.
 
Crianças de até 24 meses de idade com comorbidades: terão direito a receber o anticorpo durante a circulação sazonal do VSR (fevereiro a agosto) as crianças com:
 
*cardiopatia congênita com repercussão hemodinâmica;
*doença pulmonar crônica da prematuridade (DPCP);
*imunocomprometimento grave;
*síndrome de Down;
*fibrose cística;
*doenças neuromusculares graves;
*anomalias congênitas das vias aéreas e doenças pulmonares graves.
 
Se a condição for identificada no nascimento, a aplicação pode ocorrer ainda no hospital.
 
Por que o VSR preocupa?
 
O vírus sincicial respiratório é um dos principais causadores de infecções respiratórias em bebês, cuja gravidade é maior em menores de seis meses. Ele é transmitido principalmente por meio de gotículas respiratórias expelidas pela tosse, espirro ou fala, além do contato direto com secreções de pessoas infectadas. A transmissão é facilitada em ambientes fechados e pela proximidade com pessoas doentes.
 
A circulação do vírus ocorre durante todo o ano, sendo mais intensa nos meses frios. Embora muitos casos sejam leves, os bebês mais novos são os principais acometidos por quadros graves, que causam dificuldade respiratória e exigem, muitas vezes, internação em unidades de tratamento intensivo (UTI) e utilização de oxigênio, podendo inclusive levar a criança à morte.
 
Ainda ficou com dúvidas? Procure a unidade de saúde do seu bairro e receba todas a orientações para garantir a saúde do seu bebê e de toda a família.
 
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